O brasileiro é, talvez, o povo mais preconceituoso que existe. Pois assume declaradamente que aceita as cotas de negros, índios e pobres, para faculdade. A constituição Brasileira diz sermos todos iguais perante a lei e o porquê dessa cota então?
Mas, como isso facilita a vida de alguns, vai-se levando as coisas. Como sempre.
Veja bem. Ao invés de selecionar as pessoas por cor, raça ou posição social, deveríamos sim, fazer um exame de seleção, onde caberia um estudo de aptidão profissional, como também, uma seleção de intelecto.
Em outras palavras, após o exame de aptidão profissional, medir-se-ia o QI. (Coeficiente de Inteligência), não é o Quem Indicou.
Somado isso, acredito que as carreiras seriam melhores disputadas entre realmente quem quer fazer uma profissão promissora.
Não é isso que vemos aqui no Brasil.
Numa forma paternalista, ou melhor, dizendo, materialista, pois toda mãe é comunista. Tira dos que tem para dar aos que não tem.
Eu não tenho culpa que quem não tem capacidade intelectual para desenvolver uma profissão, receba de quem realmente trabalhou e conquistou sua vaga.
Muitos estão sendo penalizados por essa atitude governamental.
Mas qual a finalidade real de tudo isso?
è realmente dar oportunidade aos ditos excluídos?
Não vejo assim.
Vejo como uma massificação do ensino e, salvo raras exceções. Um maior domínio das classes, pois dessa forma, quem recebeu a Benção de poder ter uma vaga na faculdade, vota em favor dos padrinhos e a coisa continua do mesmo jeito.
Pergunto eu?
Quem vai levantar-se contra o bicho-papão, que dá pão e nos rouba a razão.
Pense um pouco nisso e vamos discutir qual a nossa participação nisso tudo.
Já que é uma lei de cotas, então não deveria estar a classe dos gays incluso nesse meio?
Ou gay não é gente?
Desculpa, sou loira e paguei pela minha peruca.
Maria Duavon
